sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Preconceito e Discriminação

O debate sobre reserva de vagas para estudantes negros(as) gerou muita polêmica, e ainda hoje, é fruto de debate acirrado. Leia abaixo duas opiniões que representam argumentos contrários à política de ações afirmativas raciais na Universidade.

“Dos 60% dos pobres que concluem o segundo grau, apenas 6,7% se inscrevem no vestibular. Eles se excluem antes.” (Professor Universitário)

 
“As cotas nas Universidades públicas estão muito acima de mera inserção social. Mexe com o cérebro da Nação. Como receber o estudante que vem do ensino básico, sem preparo ou o mínimo de conhecimento necessário e exigido na universidade, inseri-lo e fazê-lo evoluir no mundo acadêmico sem que, com isso, resulte em prejuízos aos demais componentes do universo discente mais bem preparados?” (Advogado - Correio do Estado – 29/04/2006).
 

A partir dos dados apresentados em aula sobre a situação de vida da população negra no país, e a partir de sua experiência de vida (se já foi alvo ou conhece alguém que sofreu preconceito racial), posicione-se sobre a eficácia das políticas de ações afirmativas no combate a desigualdade racial no Brasil nos comentários.

sábado, 10 de abril de 2010

Relato das pesquisas

Dificuldades? Surpresas? Questionamentos?
O que encontraram depois das pesquisas?

terça-feira, 30 de março de 2010

Homicídios no Brasil se concentram em homens, jovens, negros e pobres

da Agência Brasil
Homens com idade entre 15 e 24 anos, negros e pobres são as maiores vítimas de violência no Brasil. A conclusão consta do estudo Mapa da Violência 2010 - Anatomia dos Homicídios no Brasil divulgado nesta terça-feira em São Paulo pelo Instituto Sangari, que analisa dados coletados entre os anos de 1997 e 2007.
Segundo o estudo, em mais de 92% dos casos de homicídio no Brasil as vítimas são homens. Em 2007, por exemplo, para cada mulher vítima de homicídio no país, morreram 12 homens. Neste mesmo ano, faleceram 3.772 mulheres e 43.886 homens.
Os maiores índices de mortes violentas também estão concentrados na população jovem, entre 15 e 24 anos. Só no ano de 2007 mais de 17,4 mil jovens foram assassinados no Brasil, o que representou 36,6% do total ocorrido no país.
O Estado que apresentou o maior crescimento na taxa de assassinatos de jovens entre 1997 e 2007 foi Alagoas, que passou de 170 mortes em 1997 para 763 mortes dez anos depois (crescimento de 348,8%). Por outro lado, São Paulo foi o estado que apresentou a maior queda (-60,6%), passando de 4.682 mortes em 1997 para 1.846 óbitos em 2007.
As maiores vítimas de violência no país também são os negros. Morrem proporcionalmente duas vezes mais negros do que brancos no Brasil. Enquanto o número de vítimas brancas caiu de 18.852 para 14.308 entre os anos de 2002 e 2007, o de negros cresceu de 26.915 para 30.193.
"Temos um personagem das vítimas que coincide no Brasil com quem os vitima. Vítimas e algozes compartilham da mesma estrutura. Quem é esse nosso personagem? É um jovem entre 15 e 24 anos, provavelmente na faixa de 20 a 23 [anos], morador de periferia urbana, pobre, de baixo índice educacional, homem, e que, por motivos culturais, fúteis e banais, mata o outro", explicou o pesquisador e sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, do Instituto Sangari.
Segundo ele, a história de violência no Brasil é demonstrada pela matança de sua juventude e pode ser explicada por um aspecto cultural. "[A matança de jovens] não é natural porque em metade dos países do mundo a taxa é de menos de um homicídio para cada 100 mil jovens. E nós temos 50. Ou seja, é cultural. Se fosse natural teria que estar em todos os países do mundo", afirmou.
De acordo com Waiselfisz, enquanto não houver uma solução para os problemas do jovem no Brasil, não haverá solução para o problema da violência. E uma dessas soluções, segundo ele, passaria pela educação. "Pela dimensão continental, penso que a nossa estratégia é notadamente educacional. A escola tem um papel muito grande, primeiro porque a própria escola é um foco de violência. E essa violência está, nesse momento, desestimulando os estudos", disse ele.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u714198.shtml

domingo, 28 de março de 2010

Pierre Verger

Pierre Verger nasceu em Paris, no dia quatro de novembro de 1902. Desfrutando de boa situação financeira, ele levou uma vida convencional para as pessoas de sua classe social até a idade de 30 anos, ainda que discordasse dos valores que vigoravam nesse ambiente. O ano de 1932 foi decisivo em sua vida: aprendeu um ofício - a fotografia - e descobriu uma paixão - as viagens...
As coisas começaram a mudar no dia em que Verger desembarcou na Bahia. Em 1946, enquanto a Europa vivia o pós-guerra, em Salvador, tudo era tranqüilidade. Foi logo seduzido pela hospitalidade e riqueza cultural que encontrou na cidade e acabou ficando. Como fazia em todos os lugares onde esteve, preferia a companhia do povo, os lugares mais simples. Os negros monopolizavam a cidade e também a sua atenção. Além de personagens das suas fotos, tornaram-se seus amigos, cujas vidas Verger foi buscando conhecer com detalhe. Quando descobriu o candomblé, acreditou ter encontrado a fonte da vitalidade do povo baiano e se tornou um estudioso do culto aos orixás. Esse interesse pela religiosidade de origem africana lhe rendeu uma bolsa para estudar rituais na África, para onde partiu em 1948.
No site http://www.pierreverger.org se tem acesso a biografia, pesquisas e as belas fotos deste pesquisador.



sexta-feira, 26 de março de 2010

Alunos não usam sistemas virtuais para comunicar e interagir

Alunos utilizam ambientes virtuais para consultar materiais, não aproveitando todas ferramentas oferecidas
Agência USP

Uma maioria de alunos considera os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) uma simples ferramenta de consulta de materiais, não aproveitando a maior parte das funcionalidades de interação e comunicação oferecidas. O professor de Sistemas de Informação Silvio Carvalho Neto estudou a importância dos AVAs como ferramenta de apoio ao ensino tradicional, em seu doutorado, defendido em dezembro de 2009, na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.

Carvalho Neto explica que os AVAs são sistemas de informação computacionais que têm a capacidade de oferecer, no ambiente virtual, ferramentas de auxílio à aprendizagem, como chat, podcast, wiki, vídeos, conteúdos para download, envio de tarefas aos alunos, questionários online, dentre outras formas de interação.

O professor entrevistou alunos do Centro Universitário de Franca (Uni-FACEF), no interior de São Paulo, que utilizavam os AVAs como ferramenta de apoio em aulas presenciais. "Eles responderam um questionário sobre alguns indicadores de qualidade a respeito sistema, tais como: satisfação do uso, atratividade do ambiente, uso frequente, aumento do nível de uso, estímulo no aprendizado, esforço e concentração, facilidade na aprendizagem, entre outros", conta o professor.

Também foram abordados dois grupos maiores, um referente à qualidade da informação contida nos AVAs, como confiabilidade, exatidão, atualidade e facilidade de entendimento; e outro, referente à qualidade do sistema em si, como atratividade visual, segurança, facilidade de acesso e interatividade.

O objetivo foi avaliar que ferramentas são mais importantes para que um AVA auxilie melhor o aprendizado. Foram feitas duas pesquisas de campo com os alunos. "A primeira relacionou as características de qualidade da informação e da qualidade do design do sistema com as dimensões de frequência de uso, satisfação e benefícios identificados no AVA. A segunda pesquisa avaliou quais as características que os alunos consideram mais importantes nos AVAs, de acordo com a satisfação e expectativa em relação às ferramentas do sistema", explica Carvalho Neto.

Na primeira pesquisa, o professor observou que, apesar de os alunos considerarem que a qualidade do sistema impacta mais na satisfação do usuário do que a qualidade do conteúdo disponibilizado, ambas as dimensões foram consideradas como normais para os alunos, ou seja, elas foram consideradas como determinantes na avaliação do AVA.

Os estudantes avaliaram que a dimensões de qualidade da informação que mais importam nos AVAs são: confiabilidade, relevância e exatidão. Assim como, o que mais contribui para a qualidade do sistema é a facilidade de navegação, velocidade, funcionalidade e interatividade.

A análise das respostas da segunda pesquisa indicou que as funcionalidades mais importantes para os AVAs foram as relativas à qualidade do sistema, como disponibilização de materiais de aula para download, retorno de atividades, acessibilidade, presença de glossário, de informações gerais, links, mural e mecanismos de busca. "As menos valorizadas são a presença de lista de participantes, bloco de notas, histórico de atividades e disponibilização do ambiente em vários idiomas", conta Carvalho Neto.

Na questão da análise da importância das funcionalidades de interação, como os blogs, chats e outras formas de comunicação, os alunos se mostraram indiferentes quanto à presença desses artifícios dentro do sistema. "Os alunos consideraram como importantes ferramentas que eles já encontram na sala de aula, ou seja, fora dos ambientes virtuais, como material didático para download, acesso ao professor, informações sobre a disciplina e perguntas frequentes", diz o professor.

Uso limitado
Carvalho Neto entende que a conclusão mais importante do estudo é que os alunos consideram os AVAs mais como uma ferramenta de disponibilização de materiais, e não como um sistema de interação entre alunos e professores. "A continuidade na utilização do AVA está condicionada à maior qualidade do sistema e da informação, que trarão mais benefícios e satisfação ao usuário", diz.

O professor ressalta que a importância do estudo está no fato de que as escolas, cursos e faculdades estão investindo, cada vez mais, em sistemas virtuais para auxiliar no ensino. E que a educação caminha para um sistema de ensino híbrido, com o uso de ambientes virtuais em conjunto com as aulas presenciais. "Pensando nisso, o estudo fornecerá subsídios para que empresas que desenvolvem AVAs e instituições de ensino que as utilizam possam avaliar, de forma precisa e sistemática, a qualidade dos próprios sistemas."

Fonte: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/ESSO/Edicoes/0/alunos-nao-usam-sistemas-virtuais-para-comunicar-e-interagir-163975-1.asp

Roteiro para elaboração da pesquisa

1) Introdução
- tema
- perguntas
- Hipótese
- Justificativa
- Procedimentos metodológicos

2) Desenvolvimento
- Referencial teórico
- Descrição do objeto
- Dados Coletados

3) Conclusão
- Retomada das questões
- Conclusões a partir dos dados coletados
- Novas possibilidades de pesquisa

4) Referências

5) Anexos

terça-feira, 23 de março de 2010

Brasileiros não reconhecem sua identidade racial.

Tese de doutorado da UnB revela que a população tem dificuldade em aceitar sua etnia
UNB Agência

Estudo realizado no Departamento de Linguística da Universidade de Brasília (UnB) constatou que os brasileiros têm dificuldade em se assumir negros e pardos e em identificar outras pessoas etnicamente. O discurso de respeito às diferenças e harmonia no país escondem, na verdade, racismo e preconceitos que têm origem no tempo da escravidão. Essa é a conclusão da pesquisadora Francisca Cordélia Oliveira da Silva, que defendeu a tese de doutorado em agosto. "Falta convicção. Os brasileiros têm muitas dúvidas a respeito de raça, etnia e cor, porque estamos em um país miscigenado. Essas dúvidas geram preconceito racial", explica.

Durante três anos e meio, Francisca Cordélia analisou notícias, leis e realizou uma enquete para embasar a tese de doutorado. As matérias selecionadas dos jornais on line Folha, Mundo Negro e Folha de S. Paulo continham entrevistas de pessoas que passaram por constrangimentos raciais. Nelas, a pesquisadora aplicou a análise do discurso e avaliou a linguagem, os termos, o vocabulário, a força das palavras usadas e a forma como os textos foram construídos.

Também foram estudados dois textos legais que colocam o racismo como contravenção e a lei número 7.716, que torna crime atos resultantes de preconceitos de raça ou cor. Com esses dados, a pesquisadora elaborou enquete que perguntava às pessoas como elas se classificam quando à etnia, cor e raça.

DÚVIDAS - Durante a aplicação da enquete, duas situações chamaram a atenção da pesquisadora: que as pessoas tinham dúvidas para responder e que algumas tentavam devolver a resposta de modo que ela não visse. "Eles sempre questionavam como eu os classificava, se negros ou pardos e, mesmo que as respostas fossem anônimas, faziam questão de colocar o papel entre os de outros entrevistados", conta Cordélia.

Ela sustenta que não há harmonia racial no Brasil. "O Brasil é, sim, um país racista. O que falta é conscientizar as pessoas para evitar a proliferação de atos mascarados por discursos", diz. Um funcionário da UnB que prefere não se identificar concorda que existe essa confusão de identidades. Pardo, 49 anos, 1,70 metro de altura, há alguns meses passou por constrangimento público em um banco enquanto ajudava o irmão a solucionar um problema. "Conversávamos com o caixa, quando chegaram dois policiais e me algemaram sem motivos. Só me soltaram porque insisti em dizer que não sabia o que estava acontecendo e eles não tiveram argumento para manter a prisão", contou.

O estudante Tauã Santos Pereira, do 4º semestre de Biologia, presenciou uma senhora negra ser agredida moralmente por uma mulher mais jovem em um supermercado. A senhora estava na fila do caixa preferencial e a moça disse a ela que, por ser negra, não tinha preferência em nada. As duas discutiram e o gerente do mercado e a polícia foram chamados. "Se o país investisse em educação para ensinar valores, atitudes como essa poderiam ser banidas e não precisaríamos assistir a esse tipo de situação", comenta Tauã.

Fonte: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/ESSO/Edicoes/0/brasileiros-nao-reconhecem-sua-identidade-racial-159475-1.asp

segunda-feira, 15 de março de 2010

Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem

Educação
Recursos digitais ajudam a aumentar a interação entre professor e aluno e ampliam espaço da sala de aula
Agência USP

A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.

O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula, sob orientação daprofessora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.

Suas experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição, há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.

Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.

"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.

Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.

Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."

Dificuldades para professores
A iniciativa de usar blogs e outros recursos dos meios digitais na educação também tem seus entraves. Um deles é a dificuldade que o professor tem tanto em sua atualização quanto na disponibilidade de tempo. "Muitos professores ainda têm dificuldades em usar recursos básicos do computador, como Word e o Power Point. São recursos que poderiam ajudá-lo a criar uma aula diferente e a trazer novas informações", garante Lina.

Tendo como pressuposto que todo o professor tem acesso a um computador, a pesquisadora salienta que outro problema para a implementação de aulas que utilizam os recursos digitais é a falta de remuneração para desenvolver projetos como esses. "Por mais que o professor queira levar meios digitais para as salas de aula, ele esbarra no problema do tempo gasto fora do horário escolar. A manutenção de um blog, por exemplo, demanda tempo de pesquisa, produção e criação de atividades, e não há incentivo financeiro ou um horário remunerado para essa prática", explica.

Para a pesquisadora, mesmo sendo difícil a utilização dos meios digitais na educação é necessário que os professores fiquem atentos a esses novos recursos e aos benefícios que trazem ao aprendizado dos alunos. "O professor que dá aulas do mesmo jeito que teve aulas quando criança ou adolescente comete o erro grave de esquecer que é de outra geração", alerta.

Fonte: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/ESSO/Edicoes/0/uso-de-meios-digitais-na-educacao-pode-melhorar-aprendizagem-163977-1.asp

E vocês concordam???

sexta-feira, 12 de março de 2010

Sites pra pesquisar

Gentes,
Comecem a pesquisar reportagens, artigos, textos que tenham a ver com os temas de pesquisa de vocês. A pesquisa bibliográfica nos serve como referência para nos ajudar a compreender o que estamos estudando e também para pensarmos novas possibilidades de problemas de pesquisa. Lembre sempre de anotar o local de onde vocês retiraram as informações que vocês usarão (seja sites, livros, jornais).
Abaixo coloco alguns sites legais:

Revista on-line SOCIOLOGIA CIÊNCIA E VIDA
http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESSO/index.asp

IBGE - síntese númerica de indicadores
http://www.ibge.gov.br/brasil_em_sintese/default.htm

IPEA - pesquisas sobre juventude
http://www.ipea.gov.br/default.jsp

quinta-feira, 11 de março de 2010

Assuntos das pesquisas

Queridas e Queridos,

Abaixo os assuntos que cada grupo irá desenvolver em sua pesquisa. Observem a diversidade de propostas de pesquisas relacionadas a Juventude. Alguns grupos irão pesquisar temas próximos, então fiquem a vontade para trocar informações com os colegas, pois a construção de conhecimento se dá de forma coletiva, criativa e reflexiva. Bom trabalho!!!

Turma 2J
- Juventude e Comunicação através da Tecnologia
Douglas, Mário, Stephanie e Taynara
- A influencia dos jogos de violência na juventude brasileira
Carlos C, Lucas M, Guilherme, Daniel
- Juventude e Tecnologia
Iúri, Ana Paula, Jackelyn, Henrique
- Música
Jorge, Otávio, Murillo e Lucas F.
- Gravidez na Juventude
Luiza P e Luisa P.


Turma 3M

- Gravidez na juventude
Pedro H, Renan R, Rodrigo W, Thaís C.
- Juventude e Entretenimento
Jamily e Letícia
- Os relacionamentos amorosos na mídia
Fernanda S, Julie, Suelen, Willian
- Religião
Carine, Joana, Mariana e Taís S.
- Drogadição na juventude
Erick, Flavia, Nathana e Victoria
- Participação Política dos jovens brasileiros
Caroline, Bianca, Luiza e Mayara
- Sites de Relacionamento
André, a Ariane, Paloma, Cíntia

Turma 2M
- Música
Athielle, Amanda B., Karine e Sara
- Relação com a família e amigos
Bruna, Thais, Samanta e Maria Helena
- Funk
Aline, Débora, Lucas e João
- Livros
Luiza, Mariana, Paola
- Livros
Andreza, Adilson, Tiago e Joelson
- Tribos urbanas
Amabile, Amanda F, Jordana e Tanise

Turma 3J
- Tribos Urbanas
Eduardo M, Fernando B, Willian B, Mauricio C.
- Primeiro Emprego
Andersen, Arthur, Lucas, Patrick, Vitor
- Diversidade Sexual
Felipe F, Fernanda S, Guilherme, Jéferson
- Esportes no combate a violência
Matheus, Wagner, Ricardo, Victor
- Violência nos estádios de futebol
Bruno, Leonardo, Marco e Rodrigo K.

Turma 3L
- Comportamento escolar
Felipe, Guilherme, Luiza, Tuélen
- Violência Escolar
Camila, Bruna, Nathalia e Gabriela
- Reprovação Escolar
Gabriel B, Rafael, Bruno e Gustavo R.
- Comportamento Juvenil
Eduarda, Karina, Pámela e Thayane
- Juventude e Imagem
Bianca, Shelley, Martina

Usem estes espaço para lançar suas dúvidas, trocar informações sobre leituras, dados, histórias interessantes... tudo o o que possa ajudar no desenvolvimento do trabalho.

bjs, Bianca